Reproduzimos o artigo de D. Javier Echevarría publicado no dia 21 de Agosto na primeira página do jornal do Vaticano “L'Osservatore Romano”. |
Cristo confiou o ministério da reconciliação aos Apóstolos que o transmitiram aos seus colaboradores. Os sacerdotes podem perdoar os pecados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. |
Dentro de um ano, milhares de pessoas reunir-se-ão em Madrid com Bento XVI. É um encontro que o Papa reserva para estar com os jovens de todo o mundo. Assinalamos algumas ligações fundamentais. |
D. Javier Echevarría deslocou-se no passado mês de Julho ao Peru. Apresenta-se um resumo dos encontros que teve com diferentes públicos (09’10’’). |
Cristo instituiu o sacramento da Penitência oferecendo-nos uma nova possibilidade de nos convertermos e de recuperarmos, depois do Baptismo, a graça da justificação. |
O Prelado do Opus Dei, na sua carta do mês de Agosto, diz: "Precisamente no próximo dia 15, solenidade da Assunção, começaremos a percorrer a segunda parte" do ano mariano. |
A fé na presença real de Cristo na Eucaristia levou a Igreja a tributar culto de latria ao Santíssimo Sacramento, tanto durante a liturgia da Missa, como fora da sua celebração. |
Breve resumo da visita do Prelado do Opus Dei ao Equador. |
O ano mariano que vive o Opus Dei e as festas dedicadas a Nossa Senhora são uma ocasião para D. Javier Echevarría falar da Mãe de Deus na carta que dirige este mês aos fiéis da Obra. |
O fundador do Opus Dei foi a Londres pela primeira vez em 1958. Ficou impressionado com a agitação da cidade. Pensando nas pessoas que deambulavam pelas ruas, sentia-se impotente para fazer fosse o que fosse. Foi nessa altura que o Senhor lhe respondeu claramente com uma locução que tão firmemente lhe ficou gravado na memória: «Tu não podes! Mas Eu sim!» |
Falar com os filhos dos temas que lhes interessam, dar exemplo e não ter medo de influir positivamente nas suas vidas são alguns dos desafios da educação. Publica-se o segundo editorial sobre este tema no âmbito da família. |
A Santa Missa é sacrifício em sentido próprio e singular, porque representa (torna presente), no hoje da celebração litúrgica da Igreja, o único sacrifício da nossa redenção e porque é dele o memorial e porque aplica o seu fruto. |